FILHOTES
Formar casais e cruzá-los é uma opção interessante, facilitada agora pelo novo Criadouro Conservacionista instituído pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente). Uma vez por ano, geralmente no outono, ocorre a muda das penas. Três a quatro meses após, a ave estará pronta para o acasalamento. Nesta época separa-se um casal e coloca-se em um viveiro próprio para a procriação. Uma vez formado, o par deverá ser mantido nos próximos acasalamentos. A tentativa de aproximação de um novo casal deverá ser feita com cuidado, pois nem sempre o macho aceitará a fêmea.
Na época do acasalamento não querem ser incomodados. Por isso, é bom alimentá-los por fora (os de estimação são mais agressivos por temer menos as pessoas). A fêmea põe no máximo 4 ovos brancos. Sai do ninho duas ou três vezes por dia e se alimenta muito pouco. No período de incubação, por volta de 28 dias, o Papagaio tolera a inspeção de seu ninho, mas é temerário fazê-lo quando está nele. Nos primeiros oito dias só a mãe alimenta os filhotes com comida que ela mesmo busca e que podemos reforçar com pão com água e milho verde cru ou cozido. A seguir, pai e mãe alimentam os filhotes juntos. A mãe os aquece dia e noite até 3 semanas antes de sairem do ninho, o que costuma ocorrer entre 60 e 70 dias. Durante ainda uma semana são alimentados pelos pais e a partir do 15° dia podem ser separados ou não dos pais, os quais podem voltar ao viveiro comunitário.
Na época do acasalamento não querem ser incomodados. Por isso, é bom alimentá-los por fora (os de estimação são mais agressivos por temer menos as pessoas). A fêmea põe no máximo 4 ovos brancos. Sai do ninho duas ou três vezes por dia e se alimenta muito pouco. No período de incubação, por volta de 28 dias, o Papagaio tolera a inspeção de seu ninho, mas é temerário fazê-lo quando está nele. Nos primeiros oito dias só a mãe alimenta os filhotes com comida que ela mesmo busca e que podemos reforçar com pão com água e milho verde cru ou cozido. A seguir, pai e mãe alimentam os filhotes juntos. A mãe os aquece dia e noite até 3 semanas antes de sairem do ninho, o que costuma ocorrer entre 60 e 70 dias. Durante ainda uma semana são alimentados pelos pais e a partir do 15° dia podem ser separados ou não dos pais, os quais podem voltar ao viveiro comunitário.
FICHA
Característica do adulto:cor predominantemente verde, combinada com azul na fronte e ao redor do bico; amarelo no topo da cabeça, em volta dos olhos e em pontos da garganta; vermelho (ou vermelho e amarelo) nas extremidades superiores das asas e base da cauda e preto no bico e margens de plumas no pescoço e parte superior do peito.
Características do jovem:cores mais pálidas em especial na cabeça. A íris do olho é marrom escura (laranja no adulto).
Distinção dos sexos: os machos são geralmente maiores, com a íris de coloração mais viva, as faces e frontes mais coloridas. Na época do acasalamento emitem gritos mais estridentes. O laparoscopia é o exame veterinário mais acessível e 100% seguro para indicar o sexo. Feito nas clínicas veterinárias, permite visualizar o órgão sexual por dentro.
Instalações:se criado em viveiro, este deve ter no mínimo 5m de comprimento x 2 m de altura x 2m de profundidade e pode acomodar vários papagaios. Para a procriação é preciso separar o casal, em uma gaiola de, no mínimo, 1m x 60 cm x 60 cm e com 1 ninho (caixa de madeira de 40 x 40 x 30 cm no lado de fora da gaiola, sem forrar). Os poleiros serão de madeira, com espessuras variadas, não passando por cima dos coxos d’água e de comida, para não sujá-los com detritos.,
Alimentação:é importante diversificar. Tudo pode ser servido cru. Frutas e verduras variadas à vontade. Grãos de aveia, milho verde, arroz integral com casca, girassol, alpiste e trigo integral. Acrescente carne ou ração canina uma vez por semana. Diariamente, pode-se dar pão amolecido com água adicionado de vitaminas e sais minerais (sob orientação veterinária). Não dar amendoim nem comida gordurosa.
Para roer:para exercício, limpeza do bico e distração, pode-se fazer uma pedra tipo reboque de parede, com cal (30%) e areia (70%) ou dar tocos e gravetos de árvores (verde ou em decomposição). Se nada fornecermos, roerão os poleiros.
Características do jovem:cores mais pálidas em especial na cabeça. A íris do olho é marrom escura (laranja no adulto).
Distinção dos sexos: os machos são geralmente maiores, com a íris de coloração mais viva, as faces e frontes mais coloridas. Na época do acasalamento emitem gritos mais estridentes. O laparoscopia é o exame veterinário mais acessível e 100% seguro para indicar o sexo. Feito nas clínicas veterinárias, permite visualizar o órgão sexual por dentro.
Instalações:se criado em viveiro, este deve ter no mínimo 5m de comprimento x 2 m de altura x 2m de profundidade e pode acomodar vários papagaios. Para a procriação é preciso separar o casal, em uma gaiola de, no mínimo, 1m x 60 cm x 60 cm e com 1 ninho (caixa de madeira de 40 x 40 x 30 cm no lado de fora da gaiola, sem forrar). Os poleiros serão de madeira, com espessuras variadas, não passando por cima dos coxos d’água e de comida, para não sujá-los com detritos.,
Alimentação:é importante diversificar. Tudo pode ser servido cru. Frutas e verduras variadas à vontade. Grãos de aveia, milho verde, arroz integral com casca, girassol, alpiste e trigo integral. Acrescente carne ou ração canina uma vez por semana. Diariamente, pode-se dar pão amolecido com água adicionado de vitaminas e sais minerais (sob orientação veterinária). Não dar amendoim nem comida gordurosa.
Para roer:para exercício, limpeza do bico e distração, pode-se fazer uma pedra tipo reboque de parede, com cal (30%) e areia (70%) ou dar tocos e gravetos de árvores (verde ou em decomposição). Se nada fornecermos, roerão os poleiros.
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